O Teatro Gebes Medeiros, localizado na avenida Eduardo Ribeiro, nº 937, Centro, recebe neste fim de semana (23 e 24/05) a programação da 2ª edição da ECOA – Mostra Socioambiental de Cinema de Manaus. Com entrada gratuita, o evento reúne sessões de curtas e longas-metragens que abordam questões ambientais, territoriais, culturais e sociais, fortalecendo o cinema amazônico e ampliando o diálogo sobre a Amazônia por meio do audiovisual.
Idealizada pela produtora audiovisual Duplofilme e pela Organização OCA Amazônia, a mostra conta com o apoio do Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, consolidando-se como um espaço de encontro entre arte, cinema e debates socioambientais.

A ECOA tem como proposta promover a integração entre cinema, arte, política e questões socioambientais, utilizando o audiovisual como ferramenta de reflexão, formação e fortalecimento cultural. A iniciativa também valoriza produções realizadas na Amazônia, ampliando a visibilidade de realizadores da região Norte e incentivando o intercâmbio entre diferentes territórios, culturas e experiências sociais.
Nesta edição, a programação reúne 29 filmes, entre produções nacionais e obras dirigidas por realizadores amazonenses. No sábado (23/05), as sessões acontecem às 16h, 17h30 e 19h15. Já no domingo (24/05), as exibições serão realizadas às 15h, 16h35 e 18h15. Após cada sessão, o público poderá participar de rodas de conversa com realizadores e convidados, promovendo reflexões sobre os temas abordados nas obras.
Entre os destaques da programação estão os longas-metragens “Mato”, dirigido por Severino Neto, e “Xingu, Nosso Rio Sagrado”, de Angela Gomes. A mostra também apresenta curtas-metragens que discutem memória, ancestralidade, meio ambiente, identidade e resistência dos povos amazônicos e de diferentes regiões do país.
O apoio ao evento reforça o compromisso do Governo do Amazonas com o fortalecimento da cadeia produtiva do audiovisual, a valorização da produção cultural amazônica e o incentivo a iniciativas que promovam formação, democratização do acesso à cultura e reflexão sobre temas socioambientais.
Programação
Sábado (23/05), 16h – Sessão 1
Pela Água, Sempre! – direção de Douglas de Magalhães e Juraci Júnior
Vozes do Cocal – direção de Josué Castilho França
Caminho Sinuoso – direção de Adalberto Oliveira
O Último Varredor – direção de Perseu Azul e Paulo Alipio
Tuyuka Sanny Katu Ury – Amazônia da Inclusão – direção de Ricardo Juliani
Replikka – direção de Piratá Waurá e Heloisa Passos
17h30 – Sessão 2
Sagrado – direção de Samara Souza e Islla PessoaDuwid Tuminkiz – Makunaima é Duwid? – direção de Gustavo Caboco Wapixana
Capim – direção de Júlia Munhoz e Caio Pimenta
Thayara – direção de Mila Leão
A Nave que Nunca Pousa – direção de Ellen Morais
19h15 – Sessão 3
Águas Poluídas – direção de Mario Hirotoshi
Xingu, Nosso Rio Sagrado – direção de Angela Gomes
Domingo (24/05), 15h – Sessão 4
Cotas, Memória e Luta Negra na UFPA – direção de Delen Castro e Gyselle Kolwask
Sem Nós, o Que Seria do Porto? – direção de Anne Caroline Maciel e Ronaldo Gomes-Souza
Uma Menina, um Rio – direção de Renata Martins Alvarez
Praça Amazonas – direção de Ramiro Quaresma
O Jardim Mágico – direção de Carlon Hardt e Naira Carneiro
Tanaru – direção de Júlia Mariano
16h35 – Sessão 5
Animalidades – direção de Jacobo Martínez Flórez e Jacobo Chamorro
Bici, A História de Uma Bicicleta no Afuá – direção de Otoniel Lopes Oliveira
Mato – direção de Severino Neto
18h15 – Sessão 6
Herança – direção de Keila Sankofa
Kakxop Pahok: As Crianças Cegas – direção de Charles A. P. Bicalho e Cassiano Maxakali
Sebastiana – direção de Pedro de Alencar
Maira Porongyta – O Aviso do Céu – direção de Kujãesage Kaiabi
Visagens e Visões – direção de Rod Rodrigues
FOTOS: Arquivo / Secretaria de Cultura e Economia Criativa



