A Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (FIEAM) e o Centro da Indústria do Estado do Amazonas (CIEAM) vão lançar em 8 de abril, no Plenário Ruy Araújo, na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam), a Agenda Legislativa da Indústria do Amazonas 2026.
Para o presidente da FIEAM, Antonio Silva, a Agenda Legislativa da Indústria do Amazonas é um instrumento de diálogo do setor industrial com o Congresso Nacional e com a própria sociedade, além de dar ao país maior dinamismo em sua economia para torná-lo cada vez mais competitivo.
O evento reunirá autoridades do poder legislativo, lideranças empresariais e representantes do setor produtivo para apresentar as principais pautas estratégicas da indústria amazonense no âmbito do Poder Legislativo. A agenda tem como objetivo fortalecer a competitividade do setor, contribuir para o desenvolvimento econômico do estado e alinhar prioridades junto aos tomadores de decisão.
A Agenda Legislativa da Indústria reúne projetos de lei em tramitação no Congresso Nacional com impacto direto sobre o setor produtivo. No caso da Zona Franca de Manaus (ZFM), essa agenda funciona como um guia de atuação política e institucional, permitindo que representantes da indústria acompanhem, influenciem e defendam propostas que possam fortalecer, ou ameaçar, o modelo econômico da região.
Na prática, a principal vantagem da Agenda Legislativa para a ZFM é antecipar riscos e oportunidades. Ao mapear previamente as matérias em debate, o setor produtivo ganha capacidade de articulação junto ao Legislativo para preservar incentivos fiscais, garantir segurança jurídica e promover competitividade. Isso é especialmente relevante diante das mudanças trazidas pela reforma tributária, que exigem atenção redobrada para evitar perdas ao polo industrial de Manaus.
Entre as propostas consideradas prioritárias para a ZFM em 2026, destacam-se aquelas ligadas ao sistema tributário, ao marco legal e à inovação. Um dos projetos com posicionamento convergente, ainda que com ressalvas, é o PL 278/2026, que trata da criação de um regime especial de tributação para serviços de datacenter (REDATA), podendo abrir novas frentes tecnológicas e atrair investimentos para a região.
Fonte/Foto: Assessoria da Fieam



