O AteliRê comemora 10 anos de atuação com um novo foco: as aulas de Arteterapia, voltadas para pessoas de qualquer idade. As atividades incluem pintura, desenho, colagem, modelagem com argila, escultura, técnicas com aquarela, giz pastel e outras mídias, além de produções livres, sem foco na habilidade artística, mas na expressão pessoal. O AteliRê fica localizado na Rua Fortaleza, 200, Adrianópolis (@atelire_oficial) e o telefone para contato é (92) 98468-9557.
Segundo a proprietária e diretora do AteliRê, Rejane Melo, a proposta da Arteterapia vai além da produção artística. “O objetivo não é criar uma obra ‘perfeita’, e sim utilizar o processo criativo para explorar emoções, desenvolver recursos pessoais e favorecer o bem-estar. As aulas são conduzidas por mim, que ao longo destes 10 anos procurou se especializar e se qualificar em Neuropsicopedagogia e Arteterapia”, diz ela.
A diretora explica que o AteliRê oferece a Arteterapia em um ambiente preparado para acolher crianças e jovens, proporcionando um espaço de escuta e expressão por meio da arte.
“O AteliRê oferece a Arteterapia num espaço seguro e acolhedor para que crianças e jovens expressem sentimentos, pensamentos e experiências por meio da criatividade. Muitas vezes, aquilo que é difícil colocar em palavras pode encontrar forma nas cores, nos desenhos, nas pinturas, na argila e em outras expressões artísticas”, afirma Rejane.
De acordo com Rejane, durante o processo criativo é possível desenvolver habilidades importantes para o crescimento pessoal. “Durante o processo, é possível desenvolver habilidades importantes, como o reconhecimento e a expressão das emoções, a autoestima, a autoconfiança, a criatividade, a concentração e a capacidade de lidar com desafios. A Arteterapia também favorece o fortalecimento dos vínculos, das habilidades sociais e da autonomia”, pondera Melo.
Ela destaca ainda que a prática pode servir como apoio para crianças e adolescentes que enfrentam diferentes desafios emocionais e sociais.
“Para crianças e adolescentes que vivenciam ansiedade, insegurança, dificuldades de relacionamento, mudanças familiares, luto, estresse ou desafios escolares, a Arteterapia pode ser um recurso de apoio, sempre respeitando o ritmo e a individualidade de cada participante. Mais do que produzir uma obra de arte, o foco está no processo criativo e nas possibilidades que ele oferece para o crescimento pessoal, o bem-estar emocional e o desenvolvimento saudável”, assegura q pedagoga.
Estímulo correto
As atividades são planejadas para estimular a criatividade sem priorizar o resultado estético.
“Planejar atividades de Arteterapia envolve criar experiências que favoreçam a expressão e a exploração criativa, sem valorizar o resultado estético. O foco está no processo e no significado que cada participante atribui à sua produção”, afirma Rejane.
Segundo ela, as propostas são abertas e permitem diferentes formas de expressão. Entre as atividades desenvolvidas estão desenho livre, pintura com música, colagem, modelagem em argila para criar objetos que representem força, proteção ou tranquilidade, mandalas para favorecer concentração e relaxamento e máscaras para explorar diferentes aspectos da identidade e das emoções.
Para os próximos anos, Rejane Melo pretende consolidar o AteliRê como referência na área da Arteterapia e ampliar o alcance do trabalho.
“O objetivo é consolidar o AteliRê como um espaço de acolhimento, criatividade e desenvolvimento humano por meio da Arteterapia, ampliando gradualmente as atividades e o alcance do trabalho. Pretendo expandir o atendimento para diferentes públicos, oferecendo grupos voltados para crianças, adolescentes, adultos e idosos, respeitando as necessidades e características de cada faixa etária”, destaca Melo.
Ela também pretende criar novas oficinas e fortalecer parcerias. “Também busco desenvolver oficinas temáticas que integrem diversas linguagens artísticas, como pintura, desenho, colagem, modelagem, arte com materiais naturais e outras práticas criativas que promovam o autoconhecimento, a expressão das emoções e o bem-estar. Pretendo também estabelecer parcerias com escolas, instituições sociais, clínicas, serviços de saúde e projetos comunitários, levando a Arteterapia a diferentes contextos e ampliando o acesso a essa prática”, assegura a pedagoga.
A qualificação profissional também faz parte dos planos da diretora. “Além disso, pretendo investir continuamente em formação profissional, participando de cursos, grupos de estudo e eventos, para aprimorar os conhecimentos e oferecer um atendimento cada vez mais qualificado e ético”, afirma Melo.
Como meta de longo prazo, Rejane deseja que o AteliRê seja reconhecido como um espaço de referência em Arteterapia.
“No futuro, desejo que o ateliê seja reconhecido como um espaço de referência em Arteterapia, onde cada participante encontre um ambiente seguro para criar, desenvolver suas potencialidades, fortalecer sua autoestima e construir novos caminhos para o bem-estar emocional e a qualidade de vida”, completa Rejane.
Foto: Divulgação



