Cultura

Candidatura segue diretrizes da UNESCO

A arquiteta enfatizou que o trabalho do GT se desdobra em dois eixos fundamentais: a gestão do teatro e a preservação do bem material.

A formação do GT atende aos critérios estabelecidos pela UNESCO, que exige um processo participativo e multidisciplinar. O grupo inclui membros do governo estadual e municipal, além de instituições como o Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB) e a ManausCult. A colaboração entre diferentes setores fortalece a proposta e amplia o reconhecimento da relevância histórica do teatro.

Importância cultural e turística

Melissa Toledo, arquiteta e urbanista, ressaltou a necessidade de preservar o Teatro Amazonas. “Esse reconhecimento não é apenas sobre o edifício, mas também sobre nossa identidade, cultura e desenvolvimento”, afirmou. Para ela, a candidatura impulsiona o turismo e reforça a importância do teatro para a economia e o patrimônio cultural da Amazônia.

Próximos passos da candidatura

O GT trabalha na elaboração do dossiê técnico exigido pela UNESCO. Além disso, busca mobilizar mais entidades e articular apoio em instâncias federais e internacionais. Esse esforço conjunto visa garantir que o Teatro Amazonas alcance o reconhecimento como Patrimônio Mundial, consolidando sua posição como um dos mais importantes ícones culturais do Brasil.

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